Segunda-feira, 09.05.11

O início do fim

 

 

 

 

 

Dizem que quando uma parte da nossa vida acaba, outra começa. Parte de mim morreu, acabou, ficou enterrada. Porém, no mesmo sítio nasceu uma nova parte daquilo que compõe este pedaço de carne humana, munido de sentimentos claustrofóbicos que nos confudem o pensamento. Foi como se no meu corpo, uma ferida aberta estivesse a sarar, e a pele nova que cobre essa ferida estivesse a ser a melhor coisa de sempre.

 

O fim ditou o início de uma nova fase, de um novo mundo, de um novo eu.

 

Anne Marie,  apresento-te uma nova Anne Marie: uma menina-mulher, crescida e sorridente. Para trás ficam histórias e momentos de uma outra vida. Agora, segue o seu instinto e sem pensar...(em demasia).

 

Domingo, 11.04.10

O espaço num tempo

Por mais que queiramos o tal espaço, é inevitável invadirmos o mundo um do outro. Abrimos bruscamente a porta e entramos de rompante, sem pedir permissão, como se nada se passasse e nada tivesse acontecido. Como se nos conhecêssemos ao tempo a que nos conhecemos, como se tudo fosse igual, como se fôssemos iguais.

O tempo era imprescindível. E o espaço do tempo... Esse não é fundamental?
Então porquê? Para quê?

Deveria existir espaço, deveria existir silêncio e deveria existir vazio.

Mas o espaço ainda não existe, o silêncio é sempre interrompido, e o vazio é preenchido de vez em quando.

O suposto era sofrer, passar por tudo isso. E tudo isso existiu apenas durante umas míseras 24 horas.

Depois, confundo-me com o espaço que me pediu. Confunde-me com trocas de palavras fundamentais ao rumo das nossas vidas. O tempo e o espaço são fulcrais, imprescindíveis, extremamente necessários. Então porque não existem? Quem deve tomar iniciativa? Quem consegue tomar a iniciativa?


Anne Marie

C'est l'histoire de ma vie, racontée dans des mots qui sont le sommeil en vrac

É a história da minha vida, contada em palavras que fazem adormecer

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