Vive(r)

 

 

Não sei escrever sobre o que não sei sentir. Uma mistura de vida e morte. De quente e frio. De cores e tons cinzentos. De liberdade e aprisionamento. De grito e de silêncio. Só quero que chegue o dia em que encare a vida de braços abertos com vontade, garra e sem medos de a viver.